A ideia é contar a história de um desencontro entre duas pessoas que, devido a esse desencontro, nunca chegam a desenvolver qualquer tipo de relação. Factores exógenos, mas sobretudo as dúvidas e desconfianças dele, são as causas dessa dessintonia que compromete a relação de amizade em que ele tanto investe e que ela, embora hesitante, parece aceitar.
Só é possível construir uma história assim, se existir algum tipo de experiência pessoal que constitua a raiz a partir da qual a ficção avança.
E essa experiência existe.
Porém, tendo ocorrido num espaço de tempo relativamente recente e tendo deixando mágoas, desapontamentos e ressentimentos, afigura-se importante estabelecer um interregno para, então, com menor envolvimento com a realidade, se construir o enredo ficcional e os seus meandros.
Outro aspecto importante que recomenda a adopção desse hiato temporal prende-se com a necessidade de minimizar a influência das reacções emotivas, agora, ainda vívidas, na construção dos caracteres psicológicos dos personagens.
Em síntese, tratar-se-á de uma narrativa em que se rebuscam nas vivências do quotidiano, elementos descritivos, retratos psicológicos, experiências e situações para a edificação do corpus textual.
Não há nenhuma preocupação ou intenção moralista, lírica, cronística, romântica… pois trata-se apenas de um exercício de escrita.
Quem sabe se, até, os leitores do blogue não poderão participar na construção da história?!
Lá para o fim do Verão, talvez.
;)
Só é possível construir uma história assim, se existir algum tipo de experiência pessoal que constitua a raiz a partir da qual a ficção avança.
E essa experiência existe.
Porém, tendo ocorrido num espaço de tempo relativamente recente e tendo deixando mágoas, desapontamentos e ressentimentos, afigura-se importante estabelecer um interregno para, então, com menor envolvimento com a realidade, se construir o enredo ficcional e os seus meandros.
Outro aspecto importante que recomenda a adopção desse hiato temporal prende-se com a necessidade de minimizar a influência das reacções emotivas, agora, ainda vívidas, na construção dos caracteres psicológicos dos personagens.
Em síntese, tratar-se-á de uma narrativa em que se rebuscam nas vivências do quotidiano, elementos descritivos, retratos psicológicos, experiências e situações para a edificação do corpus textual.
Não há nenhuma preocupação ou intenção moralista, lírica, cronística, romântica… pois trata-se apenas de um exercício de escrita.
Quem sabe se, até, os leitores do blogue não poderão participar na construção da história?!
Lá para o fim do Verão, talvez.
;)