Televisões e outros cagalhões

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A televisão é uma porcaria pior que a Internet. Na Net posso escolher o que quero ver, na TV apanho com a porcaria que os iletrados, burros e imbecis produzem ou traduzem mal. E estes cabrões ganham mais do que eu. Um destes dias, na SIC, dizia-se num documentário sobre camionagem nos Estados Unidos da América que naquele país os camionistas podiam conduzir 11 horas e depois eram obrigados a parar. O que é que se entende desta afirmação? Que podem conduzir onze horas seguidas, ou repartidas? Seguidas é impossível, mas se são repartidas então têm de parar, fazer intervalos e portanto a paragem não é no final das onze horas?! Noutra imbecilidade afirmava-se que em Oklahoma o chefe da polícia rodoviária tem 30 homens para controlar 230 mil quilómetros de auto-estrada; leram bem, duzentos e trinta mil quilómetros. Não disseram 2.300Km ou mesmo 23.000Km. Aliás, em matéria de unidades e conversões as televisões, e os serviços de tradução que contratam, perderam completamente o tino. Ouvem-se e lêem-se os maiores disparates. E anda um gajo a pagar, duplamente, taxas e facturas para gramar com estes incompetentes. Profissionais da caca, ide pá estiva descarregar navios de pregos, ó chulos de merda!

Leiam aqui, bestas quadradas:
«The Transportation Department estimated more than 3,000 miles of Oklahoma's 12,266 miles of highways — about 25 percent — were inadequate and in need of improvement or replacement and about one-third of Oklahoma's driving surfaces, about 4,300 miles, were in poor condition.» (texto de 2002)

12.266 Milhas = 19.740 Km o que admite como razoável para 2008/2009 (data estimada do documentário) o valor de 23.000Km, e não a barbaridade que reportaram.

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