A agência espacial norte-americana descobriu, na Califórnia, uma nova forma de vida num lago tóxico onde, em princípio, a vida seria impossível devido ao arsénico presente na água: um tipo de bactéria com características diferentes das encontradas em todos os outros seres vivos da Terra.
O fósforo é um elemento chave no metabolismo de todos os seres vivos terrestres e está presente no ADN, nas proteínas e no ATP (a molécula de energia celular). Até hoje, achava-se que o fósforo era imprescindível à existência de vida, em conjunto com o enxofre, o carbono, o hidrogénio, o nitrogénio e o oxigénio. Ora a bactéria descoberta prova o contrário, aumentando a probabilidade de existência de seres vivos noutros pontos do universo, pois agora o arsénico também é uma opção, para além do fósforo.
Claro que tudo isto se refere a alguns microorganismos, pelo que ainda não é desta que a agência espacial norte-americana anuncia a visita de humanóides megacéfalos de olhos negros salientes.
actualização em 2010.12.08, seguindo contributo do Vieira Calado, com artigo interessante sobre este assunto, aqui.

3 comentários:
Chico:
na minha humilde opinião,
não se trata duma nova forma de vida.
É apenas uma adaptação da vida
a circunstâncias peculiares.
O carbono continua a ser a chave.
E a água.
Pois eu não tenho opinião porque não percebo grande coisa do assunto. Limitei-me a escrever com base em dois artigos americanos.
Atenção à engenharia semântica nessa interpretação entre "mesma forma de vida" e "nova forma de vida".
Saúde.
Eu sei Chico.
Também li, provavelmente,
o mesmo artigo.
Chegou até mim por astrónomos dum grupo a que pertenço.
De resto, esses microrganismos possuem as mesmas funções dos que trabalham a fósforo, talvez, ou seguramente, porque fósforo e arsénio, também, em certos aspectos relevantes, são idênticos.
Até amanhã.
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