Reflexões ímpias

“É muita areia para a minha camioneta”, ou para a camioneta de qualquer um. É o que é um computador. Uma porção de grãos de areia (sílica), magistralmente ordenados e conectados com outras tantas porções de alumínio, cobre, estanho, ferro… Enfim, um ridículo repositório de minerais conversando uns com os outros através de zeros e uns que nada significam mas que, simultaneamente, estão tão próximos do segredo do Universo. E tal como Deus, o computador resulta da intuição de seres abjectamente imperfeitos.

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