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Os islamófilos [ou sub-humanos]

(…) E estúpido também é acreditar nas aflições de tantas almas perante os "ataques homo-bi-transfóbicos". Sobretudo quando essas almas defendem em simultâneo o exacto tipo de cultura que, em vez de ridicularizar a homofobia, incentiva-a. E que, em vez de punir as atrocidades cometidas a pretexto, legitima-as. Toda a versão "mediática" da discoteca Pulse ignora o elefante no meio da sala - e que partiu a louça por culpa de Newton e da gravidade.
(…)
Por mim, tenderia a crer piamente no islão moderado se este entregasse com regularidade os seus radicais filhos à polícia ou, na falta de esquadra próxima, os pendurasse no alto de um poste. A quantidade de desculpas prontas ou pesares tardios com que trata psicopatas faz-me duvidar ligeiramente do empenho do islão moderado em justificar a designação. É claro que muitos muçulmanos não sonham com a explosão de transeuntes. Porém, já que se pretende banir ou castigar opiniões, seria interessante questioná-los sobre o respeito que dedicam às mulheres, a certos grupos étnicos, a determinadas religiões e, se não for maçada, aos homossexuais. Aliás, eles respondem ainda que ninguém lhes pergunte. Os "activistas" é que fingem não ouvir.

(…)

texto completo  aqui

islamitas lunáticos filhos de um cão



«A religião, uma forma medieval de irracionalidade, quando combinada com armamento moderno torna-se numa ameaça real para as nossas liberdades. Este totalitarismo religioso causou uma mutação mortal no coração do Islão e vemos hoje as consequências trágicas em Paris. 'Respeito pela religião’ tornou-se numa frase de código que significa ‘medo da religião’. Religiões, como todas as outras ideias, merecem criticismo, sátiras e, sim, o nosso destemido desrespeito.

Eu estou com Charlie Hebdo, como todos devemos estar, para defender a arte da sátira, que tem sido sempre uma força pela liberdade e contra a tirania, desonestidade e estupidez.»

(Salman Rushdie)



O Islão ainda não saiu da Idade Média. Nós, europeus, já saímos há muito tempo e por isso podemos mandar à merda qualquer religião, todas as religiões, qualquer uma dessas irracionalidades medievais.
Os norte-americanos vivem com duas realidades, uma semelhante à lucidez europeia, porque igualmente assente nas conquistas do racionalismo, e outra mais próxima da bestialidade medieval ou islâmica, com as suas peculiares igrejas da treta povoadas por lunáticos defensores in extremis do criacionismo e outros expoentes semelhantes do obscurantismo e da negação das evidências científicas.
Há 30 anos nunca pensaríamos que as religiões viessem a estar relacionadas com tantos conflitos. Acreditávamos, então, que as conquistas do humanismo e do racionalismo as tinham relegado para um cantinho onde, inócuas, oferecessem a alguns necessitados um apoio espiritual, e aos intelectualmente menos capazes, uma resposta fácil, ainda que ilusória, para os grandes mistérios da existência.
À cretinice própria do húmus religioso juntam-se jogos de bastidores, de índole financeira, económica e geo-política, que recrutam nos lazaretos das causas religiosas os seus peões, provocando e manipulando opiniões públicas, emoções, sentimentos e atitudes massificadas. A isso se prestam as religiões mais irracionais como o islamismo e muitas outras de menor expressão; tal como aconteceu no passado com o Cristianismo e o Judaísmo.
Triste, é continuarmos com esse ópio, essa droga agarrada ao ser, simplesmente porque nos afastámos da Razão.
E por isso revisitamos, no seu pior, a época medieval.

Obviamente, não há vacas sagradas. Assim o afirma a inteligência.