o fumo esfumou-se


Olaré, leitor que inadvertidamente aqui viste parar.
A última vez que fumei o meu cachimbo foi no dia 18 de Agosto, pelas 3h00 da madrugada. Quer dizer, também fumei na noite do dia seguinte uns cigarros cravados à minha amiga Célia - que se divertia com o meu ritual de arrancar os filtros e amandá-los para cima do Zeca. Coisas da sardinhada, da vinhaça e dos líquidos que se seguiram, na simpática noitada na Sal Moura, comemorando o dia Intenacional da Fotografia. Daí para cá, nunca mais fumei. Já não aguentava mais. Estava a dar cabo da minha insanidade mentol, e das finanças. É verdade: um pacote de Borkum Riff Vanilla, mais os necessários filtros para o cachimbo Vauen custavam-me a módica quantia de 8€/dia. Andava a fumar uma mota de 600 contos por ano. Desisti do fumo e decidi comprar a mota.

Podia dar-me para pior.
;p

4 comentários:

Bartolomeu disse...

Excelente decisão!!!
A mota é a melhor mulher cum gajo pode ter (adquirir).
Monta-se a gosto e cada montadela é prazer garantido. Sobe ou desce de rotação ao comando do montador e... cada curva é um êxtase. Vão sempre para onde um tipo as conduz, sem ser necessário convencê-las, param ou arrancam, pelas simples pressão de um botão.
Porem... claro que tem de haver um porem. As motas são como as mulheres, as mais caras são as melhores. Uma de 600 contos, por ano, não deve sair grande peça. Mas pronto, sempre tem atributos a que o cachimbo nunca chegará... digo eu...

Vieira Calado disse...

Obrigado, amigo.
Um forte abraço.

Karl disse...

Pode-se dizer que saíste do sal, para te meteres na salmoura...
He he he
;)

efe disse...

karl: na Sal Moura está-se muito bem: http://fotografia.fcastelo.net/main.php?g2_itemId=13458