Portugal e Inglaterra, política em 1892

4 comentários:

Tiago Mouta disse...

Caro amigo:

Este artigo elimina toda e qualquer possibilidade de retorno dos seguintes termos: "monarquia", "república" e "eleitoralismo" à mesa de discussão para um novo regime...
Posto isto vamos avançar para onde...? 120 anos é muito tempo, já estou um bocado farto de fantoches!
Pertinente, este artigo ;)
Um abraço

francisco disse...

Se a nossa sociedade se regesse pela razão seria como diz, caro Tiago. Receio que todos esses termos continuem a alimentar o regime e o sistema, mantendo-se eternamente vivos no discurso dos políticos, alimentados pela irracionalidade do eleitorado.
Democracia = primado da maioria.
Sociedade hodierna = irracionalidade das massas.
Democracia hodierna = primado da estupidez.
Portanto, vejo-me refém da defesa de uma democracia teórica, e aprisionado por uma democracia disfuncional e ineficaz, e não encontro solução para isto.

TheOldMan disse...

Gostei daquela do "rapaz que consegui ser ministro por ser conhecido como músico amador...", Francisco.

Deve ser reconfortante saber que estas coisas afinal não são defeito nosso, mas algo que já herdamos dos nosso maiores (maiores parvos, possivelmente).

;-)

francisco disse...

Bom, vamos lá ver, músico é qualidade que se requer na política, mormente amador. hehehehe...

;)
Abraço